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1º Passo
Pré-Impressão

Esta primeira etapa é fundamental para o melhor resultado final, pois é onde determinaremos todas as diretrizes para o processo.

Começa pelo recebimento da imagem original a ser reproduzida (hoje em dia é muito comum estar na forma de arquivo digital). É desejável que venha acompanhada de uma prova de cor, que será de muita importância para referenciar todo o trabalho. Após analise da imagem determinaremos como esta, será melhor reproduzida, orientando a seleção e confecção dos fotolitos.

Passamos agora para a preparação das matrizes, mais conhecidas como "tela" que devem ser selecionadas com muito critério técnico, observando sempre a imagem original, o suporte a ser impresso e os materiais aplicados. Estes irão determinar o formato da matriz, o numero de fios do tecido tencionado, e a formação do estêncil (camada fotossensível que irá formar a imagem na tela).

2º Passo
Organização para Produção

Neste momento é quando organizamos os materiais a serem utilizados no processo. O primeiro é o beneficiamento do substrato, ou seja, o material que será impresso (que pode ser rígido ou flexível, poroso ou impermeável, liso ou texturizado, enfim, qualquer característica é aceitável desde que observada e controlada). Devemos estar atentos também às medidas necessárias, margens de sobra, linhas de corte e esquadro (para garantir um bom registro das impressões).

 
 

3º Passo
Impressão

Em equipamentos poderemos optar por duas formas de execução da impressão: equipamentos manuais ou semi-automáticos.

No equipamento de impressão manual fixa-se a matriz no suporte da mesa, ajusta-se a altura ideal para melhor descarga de tinta (que irá variar de acordo com o formato do substrato) demarcando na mesa, a posição exata das peças. Coloca-se a tinta e manualmente pressiona-se o rodo sobre a tela, deslizando até completar toda a extensão da imagem. (Quando posicionada a tela para a impressão, é acionado o sistema de vácuo no tempo, que prende o substrato com total segurança para registro).

Observar que todo o controle da impressão estará na ação de inclinação, pressão e velocidade ideais, que serão habilidades requeridas do impressor.

Para o equipamento de impressão semi-automático, também procedemos com os ajustes na mesma seqüência do equipamento manual: fixação e ajuste da altura da matriz, registro da imagem e guias para substrato. Como o entintamento e ação do rodo são efetuados pelo conjunto impressor, temos agora os ajustes da espátula (que faz a cobertura de tinta da matriz), a pressão/inclinação do rodo que nos proporciona uma impressão controlada, já que estes ajustes serão fixos e constantes durante todo o trabalho. Quando posicionada a tela para impressão automaticamente, é acionado o sistema de vácuo no tampo que prende o substrato com total segurança para registro. A secagem da tinta nas peças varia conforme a tecnologia química utilizada.

Quando da utilização de tintas "convencionais" a secagem é feita pela evaporação dos solventes, necessitando da colocação das peças, logo após a impressão, em secadores de bandeja (que necessitam de tempo considerável para secagem e continuidade do processo) ou secagem forçada por estufa (equipamento especifico para este fim). Quando da utilização de tintas U.V. (tecnologia de cura por radiação), as peças necessariamente deverão passar pela curadora para secagem da tinta.

4º Passo
Acabamento

Etapa final do trabalho onde serão aplicados os processos necessários para a formação final do produto.

Exemplo: banner - necessita de solda, madeira, ponteiras, cordão, faixas soldas, ilhoses, etc. cada produto tem sua particularidade.